sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"NOW AND FOREVER"

-BALLYYY, SOCORROOO!!! - gritou ela. Serena fechou a porta e o carro arrancou, enquanto os dois a atavam e amordaçavam. Ballyan pulou com a leveza de um gato sobre o teto, sem que ninguém a bordo notasse, seus cabeos voando ao vento. Chegaram em um casebre afastado da cidade e o motorista parou o carro próximo á porta. -É aqui - anunciou ele. Os três descem e entram pela frente, o enterprise pulando do carro e en trando pelos fundos sem ser notado, e se escondendo em seu interior, esperando o momento certo de agir e surpreender os irmãos vilões. Poseidon deixa Serena cuidado de Celine dentro da casa, pronta a ser levada para o quarto, e sai á porta. -Pode ir, Antônio - disse ele - e por favor, avise João que Celine já está comigo. Valeu! O motorista assentiu e se foi. Ele então entrou e viu que a moça já estava pronta, de braços ata dos ás costas, sentindo o pavor apossar-se de seu corpo, provocando arrepios por toda sua espi nha e calafrios pelo corpo. -Nossa, quanta teia de aranha - exclamou Serena - vou dar uma geral ou acabarei espirrando até não aguentar mais. Desde que assumi a forma humana, adquirti rinite. -Não vai não, aguente um pouco - disse Poseidon - mana, você é uma space loop! Deixe assim por um tempo, há muita aranha perambolando por aí? A moça olhou em todas as direções com uma pequena lanterna de mão - não, só teias. -Bom - assentiu ele - é o que mis importa, as teias são as peças fundamentais do trabalho, boas intimidadoras. -Mmmff - resmungou Celine, torcendo-se para se soltar, sem sucesso. -Está dizendo que não quer continuar aqui? - supôs Poseidon, em tom sarcástico - ah,vai sim. Aturar o escuro, onde nunca se sabe o que acontecerá, e as teias roçando toda parte do seu belo corpo, que logo terei para mim. Vou tirar a mordaça, ninguémvai te ouvir mesmo, porém, se gri tar, arcará com as consequências, entendeu? Ele então tirou a mordaça e ela virou-se para ele Respirando fundo, ela disse: -Não vou entrar aí nesse quartinho nem morta! -Ah, vai - sibilou ele - por bem ou pelo meu método rápido e prático. Vamos!

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